Um dos principais temperos “old-school” do jogo é que não, ele não aderiu à regeneração de energia. É preciso pegar medkits ao longo das fases para recuperar o life. A velocidade da movimentação está sendo descrita como “incrivelmente rápida”, mas não se enganem: também há o gostinho moderno da experiência.
O ambiente é absolutamente explorável, sendo possível carregar um save a qualquer momento – e não se ferrar tanto assim por causa disso. “Não acho que se trata de velho e novo. Trata-se de diversão e do que é Doom. Começamos cedo a tentar descobrir a identidade do jogo. Não o que é o ‘velho Doom’, mas sim o que é Doom? O que nos faz sentir? O que queremos de uma experiência Doom? (...) Não há regeneração de energia. É [um jogo] baseado em movimentação, um dos elementos mais importantes de nossa experiência. Queremos colocar os jogadores no combate, desviando de projéteis, sendo mais rápidos que o inimigo. A regeneração não se encaixa aí porque você está em movimento o tempo todo, se cobrindo, o que pode ser divertido de uma perspectiva tática”, contou Marty Stratton, produtor executivo do game.
O respawn do personagem nas partidas multiplayer é rápido, algo que reflete o cenário dos atuais shooters no mercado.
Aparentemente, mesclar o novo com o velho não é necessariamente algo em que a desenvolvedora pensa. A ideia, aqui, é simplesmente trazer um Doom que entregue uma experiência à altura da franquia – grande, portanto.



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